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LUA NOVA
LUA NOVA
Somos poucos, muito poucos
Mas somos notados, notáveis
Por muitos, muitos, muitos loucos,
Mas não somos sempre os miseráveis!
Qualquer ideia fora do convencional
Que nega a obscuridade, a razão
Que repugna, discerne o bem do mal
É entendida como loucura, alucinação.
E eu que não compreendo tudo
Que fujo da mesmice viciada
Que transito no país do absurdo
Me rio de mim, das ideias alucinadas
E para elas me faço mouco, surdo
Desdenho: Logo a lua nova fica apagada.
Poeta matemático
Enviado por Poeta matemático em 07/12/2024